FERROLUM
Lente de câmera industrial sobre bancada de medição

— Diferenciais

Seis pontos que separam um sistema estável de um que oscila entre turnos.

A abordagem da Ferrolume começa na camada física e termina com documentação que a equipe do cliente pode usar de forma independente.

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01 — VANTAGENS CENTRAIS

O que torna os projetos da Ferrolume funcionais e mantidos internamente.

Acurácia da linha, não de benchmark externo

Todas as métricas de desempenho são calculadas sobre lotes inspecionados manualmente na planta do cliente. Nenhuma figura vem de instalações em outros segmentos ou condições.

Física tratada primeiro, modelo depois

Iluminação, lente e montagem mecânica são especificadas e testadas antes de qualquer desenvolvimento de modelo. Esse sequenciamento evita a necessidade de retreinar por mudanças na captura.

Integração com o CLP existente

O sinal de aprovação e rejeição é integrado ao controlador de linha já instalado via protocolo industrial padrão, sem substituição de hardware de automação.

Retreinamento documentado para equipe interna

O procedimento de atualização do modelo é escrito, testado e validado com a equipe de engenharia do cliente antes do encerramento do projeto.

Viabilidade avaliada antes do capital comprometido

O estudo de viabilidade inclui a recomendação de não prosseguir como conclusão válida, com o conjunto de amostras entregue ao cliente independentemente do resultado.

Interface e relatórios em português

O operador vê alarmes e confirmações em português. Toda a documentação técnica — relatórios de validação, manuais de retreinamento — é redigida em português sem dependência de tradução.

02 — DETALHE DE CADA VANTAGEM

Como cada diferencial funciona na prática.

Formação em óptica e instrumentação

A equipe da Ferrolume tem formação em engenharia elétrica e física aplicada, com experiência prévia em metrologia óptica e integração de sistemas industriais. Essa base determina como cada projeto é estruturado: a escolha da câmera e da lente considera o objeto, a distância de trabalho e a variação de peça para peça antes de qualquer decisão sobre software.

  • Seleção de câmera baseada nas propriedades do objeto
  • Cálculo de profundidade de campo para cada configuração
  • Análise de reflectância da peça antes da especificação de iluminação

FORMAÇÃO TÉCNICA DA EQUIPE

— Engenharia Elétrica (Unicamp)

— Física Aplicada — óptica e instrumentação (USP São Carlos)

— Experiência em automação industrial com CLPs Siemens e Allen-Bradley

— Projetos em fabricação de autopeças, embalagens e componentes eletrônicos

FERRAMENTAS E PROTOCOLOS

— Câmeras de área e de linha industriais (interfaces GigE, USB3 Vision)

— Iluminação coaxial, rasante e retroiluminação sob medida

— Integração via Modbus TCP, Ethernet/IP e I/O digital

— Modelos de visão computacional treinados em amostras coletadas na planta

— Interface de operador configurada em português

Tecnologia selecionada para cada caso

Não há uma câmera padrão utilizada em todos os projetos. A seleção de hardware — câmera, lente, iluminação, interface com o CLP — é feita para o caso específico considerando o objeto, o defeito-alvo, a cadência e as condições físicas da linha. Essa abordagem evita soluções genéricas que funcionam em bancada mas oscilam em produção.

  • Hardware especificado para o defeito, não para a categoria do produto
  • Teste com pelo menos duas configurações de câmera/lente no estudo de viabilidade
  • Integração com CLP existente sem substituição de automação

Contato direto com o engenheiro responsável

Não há intermediário entre o engenheiro responsável pelo projeto e a equipe do cliente. A consulta técnica é respondida por quem vai ao campo. As decisões de escopo são discutidas diretamente, sem passar por camadas de atendimento que não conhecem os detalhes da linha.

  • Resposta a consultas técnicas em até 1 dia útil
  • Reuniões conduzidas pelo engenheiro de campo
  • Comunicação em português, sem tradução técnica intermediária

MODELO DE ATENDIMENTO

Cada projeto tem um engenheiro principal designado que participa da coleta de amostras, da especificação de hardware, do desenvolvimento do modelo e da validação final. O cliente tem acesso direto a essa pessoa por telefone e e-mail durante todo o projeto.

03 — COMPARATIVO

Abordagem padrão do mercado versus abordagem Ferrolume.

Ponto de comparação Abordagem comum no mercado Ferrolume
Amostras de treinamento Datasets externos ou coletados em bancada simulada Coletadas na planta sob condições reais de produção
Figuras de acurácia Benchmarks de outras instalações ou demos Calculadas sobre lote inspecionado manualmente na linha do cliente
Iluminação Definida junto com o software, ajustada em campo Especificada e testada antes do treino do modelo
Retreinamento futuro Depende do fornecedor para cada atualização Procedimento documentado para equipe interna
Estudo de viabilidade Não oferecido ou incluído no custo do projeto maior Escopo separado com entregáveis e prazo definidos
Amostras coletadas Ficam com o fornecedor Entregues ao cliente, brutas e rotuladas

04 — PROPOSTAS DE VALOR ÚNICAS

Três características que não são padrão no mercado de inspeção por câmera.

Estudo de viabilidade com opção de não prosseguir

A recomendação de não prosseguir é tratada como entregável válido do estudo, não como falha. O cliente recebe o relatório, o conjunto de amostras e os arquivos de captura — sem custo adicional e sem pressão para avançar.

Conjunto de amostras pertence ao cliente

Toda imagem coletada em campo — incluindo as dos projetos que não avançam — é entregue ao cliente em formato bruto e rotulado. Esse conjunto pode ser usado futuramente por qualquer equipe de engenharia ou fornecedor.

Consultoria de iluminação para hardware existente

Plantas que já investiram em câmeras industriais mas obtêm resultados instáveis têm acesso a um diagnóstico de um dia voltado exclusivamente à camada física, sem necessidade de comprometer um projeto completo de implantação.

05 — NÚMEROS E HISTÓRICO

Resultados acumulados em projetos industriais na região de Campinas.

38

PROJETOS CONCLUÍDOS

6+

ANOS EM OPERAÇÃO

4k+

IMAGENS MÍNIMAS POR PROJETO

SP

BASE EM CAMPINAS

Segmentos atendidos

Fabricação de autopeças, embalagens plásticas, componentes eletrônicos e alimentos embalados na região de Campinas, Jundiaí e Sorocaba.

Compatibilidade de sistemas

Projetos entregues com integração a CLPs Siemens, Allen-Bradley e Mitsubishi via Modbus TCP e Ethernet/IP. Interface de operador testada com operadores de produção antes da entrega.

— PRÓXIMO PASSO

Leve esses diferenciais para a sua linha de produção.

Descreva o produto, o tipo de defeito e a cadência da linha. Respondemos com uma proposta de escopo adequado ao caso.

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